quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Dando braço a torcer

Como alguns sabem, não sou sujeito de ficar assistindo BBB, nem Fazenda, nem nenhum desses programas de zoologico humano, mas infelizmente o mundo ao redor acaba ficando permeado de informações sobre esses programetes de merda, as bancas de jornais e os sites de noticias ficam cheios de noticias, fotos e factóides sobre quem quer foder com quem (infelizmente não no sentido sexual do termo), ou quem vai sair na próxima roça, paredão ou alguma merda assim.

Mesmo com toda a minha antipatia por esse tipo de programa, tenho que dar meu braço magrelo a torcer: COMO É GOSTOSA ESSA TAL DE JOANA MACHADO?!?! Fora de brincadeira, meus amigos, acabei esbarrando com imagens dessa deusa loira pelos sites da vida, e pelo que fiquei sabendo ela adora um barraco, faz cara de brava como poucas (é amigos, mulheres com cara de brava são um dos fracos do Tio Chuck!!), e devo admitir que andei vendo uns videos dela dançando/rebolando/se esfregando numa dessas festas do programa e é realmente algo de mexer com os cojones de qualquer sujeito.


Ok, eu sei que ela deve ter o cerebro de uma ostra, só ouvir pagode e não conseguir andar e mascar chiclete ao mesmo tempo, mas tem como não querer se afogar nem que seja um pouquinho nessa praia? 

sábado, 10 de setembro de 2011

Será??

Será que dá cadeia se eu for pego em flagrante secando a bunda de uma policial militar em patrulhamento?

He he he

domingo, 21 de agosto de 2011

Um pequeno detalhe faz toda a diferença.

Outro dia estava tomando umas com um velho amigo num boteco escolhido por ele. Entre copos e velhas histórias, reparei que ele era especialmente atencioso com uma das atendentes do lugar.

Vejam só, esse meu amigo é um cavalheiro com as mulheres, quando ele quer - sabe gracejar, ser divertido, conversar e até mesmo aconselhar. Mas não se enganem, ele é tão canalha quanto um sujeito tem que ser para ser meu amigo, e logo saquei - ele tinha comido a garota!!

Até ai nada demais, não seria nem a primeira nem a última transa entre canalhas e balconistas / atendentes / garçonetes pelos botecos sujos onde vou, mas fiquei vendo como esse sujeito tão escolado na vida se desdobrava para manter o encanto sobre ela, como se fizesse questão de come-la de novo, e olhava praquela garota meio sem sal, não que fosse feia mas sabe quando a mulher não tem nada demais? Bonitinha mas sem ser linda, cabelinho quase bem tratado, meio gordinha, corpo de mulher que já passou por umas duas ou três gestações sem poder se recuperar a contento, e simplesmente não entendia o motivo de tamanha atenção do meu kamaratzen. Resumindo, ela é sem sal.

Sem sal, para quem a vê sem saber o que meu amigo descobriu ao sair com ela; na verdade, depois ele me contou um pequeno segredinho dela, claro que não entregou o ouro de começo, tentou negar que houvesse algo extra na parada, mas depois de umas doses a mais confessou, quase num sussurro:

"Pompoarismo, Chuck...a mina é praticante de pompoarismo...cara, você não tem ideia de como é trepar com ela..."

Agora, meus amigos canalhas, é ou não é o tipo de pequeno detalhe que faz um mundo de diferença?

Porra, até eu fiquei tentado em gastar umas horas entre aquelas pernas...he he he...

Por onde raios anda o porra do Chuck?!?!

Sim, estamos vivos!! Eu e meu ego maldito encharcado de whiskey estamos vivos e bem!!

Por que sumi durante as últimas semanas? Raios, como os mais atentos devem ter percebido, sou um escravo do sistema numa Corretora, e como os ainda mais atentos devem ter notado pelos jornais nossa gloriosa Bolsa de Valores anda pulando e sacolejando mais do que um daqueles babacas que montam em festas de rodeio.

Em paralelo, assumi recentemente umas funções gerenciais extras, que implicam em mais dinheiro pra gastar com minhas musas questionáveis e meus botecos sujos favoritos, mas também implicam num puta aumento da minha carga de trabalho.

Ou seja, nada de tempo livre entre uma cotação e outra pro tio Chuck aqui postar seus comentários chovinistas neste humilde sítio.

A solução vai ser postar mais aos finais de semana, mesmo correndo o risco de tropeçar bêbado em algumas teclas eventualmente, ou então postar lamentações indevidas e indiscretas.

By the way, o blog continuará no ar, afinal de contas ainda não arrumei forma mais divertida de descarregar certos comentários irrascíveis e eventuais histórias podres, imensamente divertidas mas podres.

See you later.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Lembranças encharcadas em alcool

Sábado estava num boteco diferente, e entre os vapores alcoólicos de sempre ficava observando uma televisão passando velhos clipes de rock. Lá pelas tantas aparece um vídeo da Madonna em inicio de carreira, algo com cenas daquele filme que ela fez com a irmã Arquette feinha – embora a Arquette bonitinha também não seja nada demais, anyway. E no vídeo aparecia a Madonna as vezes loira, as vezes morena, aquela pintinha sobre o lábio superior, com uma aparência tão deliciosamente slut – o que pra mim é ela em sua melhor forma, tão pecaminosamente biscatinha de rua. Claro que já devia ser a manipuladora insuportável que se revelou ao longo dos últimos vinte e tantos anos, mas essa versão biscatinha decadente é a única dela que consigo tolerar.



E lá pelas tantas, estava eu lá pensando na Madonna 85, quando uma garota resolveu sentar na minha mesa, pediu licença e tudo o mais, vejam que educadinha. Esses tipos modernetes pero no mucho, pés cansados de dançar na pista ao som da banda residente. Acabamos conversando um pouco, estudante de direito (estudante!! pelamordeDeus), 19 anos, mora numa república com mais duas garotas, e blá-blá-blá, aquele olhar convidativo de quem tem sérios problemas com figuras paternas, enfim – espero que ela tenha MESMO pelo menos 19 anos...e que eu não tenha conhecido a mãe dela lá pelos anos 90. Acho que me lembro de ter perguntando pra ela no decorrer da noite/começo de manhã o que ela estava fazendo na companhia de um sujeito com idade para ser o irmão mais velho do pai dela, mas não me lembro de nenhuma resposta além de mais sorrisos e etceteras – com ênfase nos etceteras.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do Amigo

E acessando o site surtoescrito.com, da sempre simpática Ana Cláudia, li que hoje é o dia do amigo, ou Dia do Amigo, ou algo assim...

Daí fiquei pensando numa forma de homenagear meus poucos amigos. Alias, poucos não, pouquíssimos. Sério mesmo, sou um sujeito de muito poucos amigos, acho que nos dedos de uma mão dá pra contar todos e ainda sobram dedos, literalmente. Claro que seria fácil dar uma de incompreendido e colocar a culpa nos quase-amigos que ficaram pelo caminho, mas a grande verdade é que não é fácil ser meu amigo. Sou o primeiro a admitir que sou chato pracarai, um tipo difícil de se aturar, cada dia mais cheio de manias e esquisitices. Não sou de risadas fáceis nem de fazer concessões em troca de simpatia, falo na cara tudo o que penso ou sinto, e devo admitir que muitas vezes beiro a misantropia - ou colocando de forma mais simples, muitas vezes não tenho saco para o ser humano como um todo. As pessoas me cansam e aborrecem, e eu simplesmente me mudo de mesa com meu whiskey, largando todo mundo falando sozinho. Muitas vezes prefiro a minha própria companhia, e como disse uma vez uma de minhas musas questionáveis, sou o tipo de cara que se sente solitário no meio de uma multidão, por que eu simplesmente não consigo me conectar à humanidade – que por sinal, considero extremamente superestimada.

Mas, dentre mortos e feridos, ainda me sobram alguns amigos, alguns bons amigos, pessoas que por algum motivo inexplicável ainda não se encheram de mim. E é a esses que dedico este post torto, pra dizer que mesmo que na maior parte do tempo eu não deixe transparecer isso, gosto pracarai de cada um deles, e que podem sempre contar comigo, lado a lado, ombro a ombro, pro que der e vier!

Desde que tragam a bebida para celebrar a vitoria depois da batalha.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Com a palavra, Mr. Bukowski

Mulheres
Gostava das cores de suas roupas, do jeito delas andarem, da crueldade de certas caras.
Vez por outra, via um rosto de beleza quase pura, total e completamente feminina.
Elas levavam vantagem sobre a gente: planejavam melhor as coisas, eram mais organizadas. Enquanto os homens viam futebol, tomavam cerveja ou jogavam boliche, elas, as mulheres, pensavam na gente, concentradas, estudiosas, decididas: a nos aceitar, a nos descartar, a nos trocar, a nos matar ou simplesmente a nos abandonar. No fim das contas, pouco importava; seja lá o que decidissem, a gente acabava mesmo na solidão e na loucura.