terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Drunk post

E já cheguei em casa, depois que mais um dia engravatado e entediado mergulhado no mercado de ações terminou num boteco, dois quarteirões rua abaixo - é sempre melhor procurar lugares próximos de casa quando resolvo encher a cara pra valer.

E hoje foi um desses dias, um dia que eu simplesmente precisava beber - então me dediquei com afinco a essa atividade - sentei no boteco às 18:20h e pedi dose após dose após dose até atingir um grau bom - bom para entrar em órbita, by the way...

E agora, algo como oito e meia da noite, vou me sentar, com dois velhos amigos, Jack & Daniel, e algumas amiguinhas coloridas e redondinhas e vou beber, beber pra valer, beber até cair e dormir no sofá do cafofo.

Ótima maneira de começar às férias. See u later!

domingo, 8 de janeiro de 2012

O dilema de Chuck

Dois pontos...

Primeiro, não sei se vai ser tão bom, é o tipo de coisa que a gente nunca sabe antes do momento acontecer, é aquele eterno salto de fé - você vai lá e paga pra ver, se for bom, ótimo, se for uma merda, vire a página e siga em frente.

Segundo, sei que ela não vai segurar a onda, sei que vai sofrer, chorar, se descabelar - e por mais que a tentação seja grande, nunca fui tão canalha ao ponto de embarcar numas sabendo que a pessoa do outro lado vai se foder, sem a menor sombra de dúvida. Uma coisa é jogar com o "se", com o acaso, com a possibilidade de eventualmente elas se machucarem - mas nesse caso, é batata, e os sinais estão cada dias mais claros.

Eh, Chuck velhão...tá fodido...por isso que meus copos nunca param nem cheios, nem vazios...

domingo, 18 de dezembro de 2011

Post rápido sobre amizade

Acabei de chegar do bar, de mais uma das bebemorações de final de ano que nós, os velhos canalhas sobreviventes, fazemos.

E não pude deixar de pensar, olhando praqueles old dogs todos reunidos, que o número cai a cada ano - tivemos uma baixa especialmente sentida esse ano, by the way.

E penso como tenho poucos amigos, sempre tive poucos amigos, provavelmente devido a minha natureza arredia ou ao meu temperamento - temperamento também conhecido como gênio dos infernos de ruim!

Seria fácil culpar apenas todos os amigos ou quase amigos que ficaram pelo caminho, imputar-lhes toda a culpa, mas sei que não é fácil tentar se manter amigo de um sujeito como eu - eu piso na bola, praticamente o tempo todo, eu afasto as pessoas, musas questionáveis, amigos, colegas, pode escolher, eu as afasto - e me afasto.

E fiquei pensando no que mantinha aqueles sujeitos ali...o que faz com que eles tenham a persistência necessária para não desistir da minha companhia, afinal de contas, eu mesmo já não desisti de mim?

Sinceramente, a maior parte do tempo não entendo como eles me aguentam a tantas décadas, afinal de contas, eu mesmo já teria me afastado de mim mesmo se pudesse.

É isso, agora vou lá tomar meu banho e dormir. De porre, um belo porre. Acho que vou beber mais ainda.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

De musa a bruxa, ou, a saga de um saco de pancadas!!

Sabe qual a diferença entre uma musa (questionável ou não) e uma bruxa? Tempo. Apenas isso, meus amigos. Tempo.

E não me refiro a idade da dita-cuja, estou falando de comportamento. Querem ver? Simples, peguem uma musa questionável qualquer de sua preferencia, toda cheia de dengos e louquinha para se divertir a valer – nesse estágio ela ainda é uma gata, gatinha, gatona, ou em alguns casos, loba – ah, o charme outonal das lobas....he he he...

Então o sujeito pega essa musa questionável, e tem a brilhante ideia de oficializa-la como namorada – pronto, a musa em questão já se aboleta no trono como “A Namorada”, e começa a dar pequenos pitacos na rotina do sujeito – “ - ai benzinho, você vai mesmo querer ver esse filme do Clint Eastwood?!?! Que horror...poxa, estreou o filme novo do fofo do Hugh Grant...” – prontinho, começaram os apelidos retardados e as “sugestões”, e ai do sujeito que cair na bobagem de se recusar a trocar um filme ao seu gosto por alguma comedinha melacueca, vai acabar a noite com a namoradinha alegando dor-de-cabeça e pedindo para ser deixada mais cedo em casa.

Mas daí o sujeito, não contente com esses pequenos dissabores, ( “- ah, nada a ver mano, ela só dá uns toques, nada demais...”) começa a dar asas pra sujeita – e gradualmente os toques e dicas se multiplicam exponencialmente, até o ponto em que ela passa a querer controlar todos os aspectos da vida do zumbi, aham, digo, namorado...dá palpites na roupa que ele veste, nos horários de academia, quantidades de vezes na semana que ele bebe sua cervejinha (sempre com ela, by the way), a forma como se relaciona com colegas de trabalho ou faculdade, diz o dia que ele precisa cortar o cabelo, determina quando mudar de carro (e ainda quer escolher cor e modelo, claro!!), reclama do tanto que ele fuma, bebe, fala alto, ri...passa a programar a seu bel-prazer férias, finais de semana, feriados, viagens, acampamentos, jantares, festas de aniversário, festas de fim-de-ano – tudo arrastando a sua digníssima “A Namorada” junto, ele que nem pense em fazer nada que goste sem ela – afinal de contas, só a criatura iluminada conhecida como “A Namorada” pode saber o que é melhor para ele e como ele pode mesmo se divertir, certo?!?!

E magicamente começam a aparecer certos itens no ex-cafofo do sujeito (digo ex-cafofo por que afinal de contas “A Namorada” já deu um jeito de melhorar a decoração do lugar, se é que não o fez mudar para um apartamento mais adequado, como ela mesma diz, “a alguém do meu nível, morequinho”), como uma escova de dentes extra, peças intimas femininas na sua antiga gaveta de meias (suas meias já estão socadas juntos com suas cuecas, cabron!!), roupas casuais femininas aparecem penduradas em seu armário, almofadas extras no sofá da sala (a essa altura já recoberto com uma daquelas cobertas de sofá metidas a besta – acho que chama mantô ou alguma bobagem assim), seus livros e cds passam a dividir espaço com outros de estilos totalmente diversos, mais femininos, digamos assim...ah, ia me esquecendo, ao mesmo passo que tanta coisa surge do nada, tantos outros itens desaparecem, como antigas fotos com ex-namoradas, revistas de mulher pelada em geral, aquela roupa de jogar bola aos finais de semana, e qualquer objeto que o sujeito possa utilizar para se divertir por si só, sem precisar da anuência, aval, autorização e a sacrossanta companhia de sua “A Namorada” – ou será que a essa altura do campeonato ela já está na próxima fase da mutação de-musa-a-bruxa, já assumiu uma das formas mais insuportáveis que existem, “A Noiva”.

E conformado, o bundamole repara que ao longo dos anos seguintes vai se pegar cada vez com mais frequência se perguntando onde foi parar aquele objeto, cd, livro, retrato, roupa velha e confortável...e se pega olhando a casa que deveriam dividir de forma mais ou menos igual cada vez mais atulhada de coisas dela, das amigas dela, da mãe dela, da família dela, e cada vez com menos espaço para suas coisas...

Eu sei, eu sei, deve ter gente por ai dizendo “- ah, esse Chucky não sabe de nada, minha namorada é diferente, é especial, ela nunca faria isso!!” – claro, claro, pequeno zumbi, sua namoradinha é a única no mundo, imagina se eu vou dizer que TODA mulher age assim, basta ter espaço...longe de mim dizer que esse senso de apropriação do espaço alheio, essa gana psicótica em querer transformar seu namorado em algum tipo de boneco ou bichinho de pelúcia é parte integrante, congênita e inalienável da personalidade feminina, que toda mulher, TODA, sem exceções, quando encontra espaço e temperatura adequados vai agir assim, mais cedo ou mais tarde...o quê? Você acha mesmo que sua namorada é diferente, que ela te deixa livre e respeita seu espaço e opinião? Sinto lhe dizer, garotão, mas das duas uma, ou ela está armando o bote de forma tão sutil que você ainda não percebeu, ou o processo de lavagem cerebral, castração social e dominação com anulação total já deve estar completo – e você ainda a defende, pelamordeDeus!!!

Ah, mas você acha que elas só tem esse jogo? Não, não seja ingênuo...elas mudam a estratégia, de repente ela resolve bancar a boazinha e compreensiva. Passam então a “deixar” (veja que boazinha que ela é...he hehe...) você fazer algo que você jura que é ideia sua, quase como uma dádiva divina – mas sempre resta aquele aviso no ar “ – aproveite bem, morecuxinho, por que você nunca vai saber quando poderei acordar de ovo virado e CORTAR SUAS REGALIAS DE NOVO!!!”.

E assim segue a saga até seu triste fim, até o ponto em que você acorda no meio da noite e olha sem reconhecer a figura ao seu lado, seus traços são familiares mas sua expressão o assusta, e sabe que se se mexer demais na cama ela acordará e começará a reclamar, e irá dizer como você é uma decepção, como não faz nada direito, que ela devia ter ouvido a mãe dela e nunca ter se envolvido com um sujeitinho como você – ok, exagerei um tanto, mas garanto que muitas vezes esses pobre-coitados sem alma, personalidade e opinião já se sentiram quase assim, já sentiram que não importa o que façam ou digam, tudo será sempre criticado e insuficiente,

(nesse ponto não posso deixar de lembrar de um verso de um dos velhos blues...” I'm tired of living just to fulfill your dreams, waiting the day I’ll die...”,

e só lhe restará pegar uma velha mochila (se é que “A Namorada” já não jogou fora todas as mochilas velhas, até mesmo uma que ele tinha desde a adolescência), enche com umas mudas de roupa e simplesmente SOME NO MUNDO!!!


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Oh baby, why you look so sad?

Sexta passada , quando ia visitar uma amiga minha na Vila Mariana, fiquei preso na porcaria da 23 de Maio. “Trânsito parado” não definiria tão bem a situação quanto “saiam todos dos seus carros e vão a pé, porra!!”.

E lá estava eu tamborilando no volante ao som de um dos meus velhos blues – bendito som com mp3 do carro!!, parado bem ao lado de um ponto de ônibus quando vi uma loirinha – calma lá, calma lá, não é o que vocês estão pensando, não ofereci carona pra loira nem acabamos atracados num dos hoteizinhos que conheço praqueles lados...mas voltando, vi uma loirinha, e digo loirinha pela constituição física da moça, dessas baixinhas magrinhas que parecem que vão se partir se tomarem um arrocho mais forte, vestida com roupas de escritório mas nada muito formal, algo em torno de seus vinte e tantos anos – vocês sabem como é, olhando não dá pra se dizer se ela estava nos 28 ou 29, ou quem sabe mais para 32, enfim. Ok, ela era até que bem interessante, eu gastaria facilmente umas horas de diversão adulta com ela, mas por incrença que parível não foi isso que me chamou a atenção nela. O que reparei mesmo nela foi o olhar.

Não, não, calma lá...não virei desses babacas que dizem que a primeira coisa que reparam numa mulher é o olhar ou o sorriso, continuo o mesmo canalha de sempre, que repara sempre num belo par de peitos, ou numa bundinha empinadinha, e que sempre dá aquela checada nas mãos em busca de sinais de alianças ou anéis de compromisso!!

Mas voltando de novo, não conseguia tirar os olhos dela, não sei se pelo jeito que ela estava ali, sentada no ponto de ônibus, corpo inclinado pra frente, uma perna esticada na calçada, os cabelos (lisos, longos e loiros, by the way) jogados de lado, um trago fundo no cigarro e as memórias parecendo envolve-la tal como a fumaça, gestos lentos mas firmes, e aquele olhar dolorido, olhar tão intenso e profundo quanto perdido - saca quando o olhar entrega que a pessoa está mergulhada em algum lembrança profunda, e pela expressão dela não devia ser das melhores lembranças não...

Não tenho ideia do que se passava com aquela garota, mas algo parecia quebrado dentro dela – uma briga com o namorado? Perdeu o emprego? Morreu a melhor amiga? Qual sonho dela foi arrasado? Sinceramente não tenho idéia, e nem sei quanto tempo fiquei ali na 23, preso naquele mar de carros e olhando aquele quadro, um quadro vivo de solidão e melancolia, só sei que tomei um buzinaço para desbaratinar da loirinha e seguir meu caminho.

Porra, pensando melhor agora deveria ter oferecido uma caroninha amiga para ela...he he he...


sábado, 19 de novembro de 2011

Novos truques de um velho canalha!!

Ah, as redes sociais - um vastíssimo novo horizonte a ser explorado para a canalhice!!!

E ai este canalha que vos fala repara que uma deliciosamente curvilínea jovem analista aqui da Corretora, no frescor dos seus vinte e poucos aninhos – ok, vinte e pouquíssimos, mais precisamente 21 aninhos recém-completados, insiste em lhe cercar pelos corredores e salas de reunião, desfilando suas curvas generosas e perfumadas cheia de olhares e trejeitos, sorrisos envolventes e todo o arsenal feminino habitual.

Agora pergunto a vocês, meus amigos, qual a melhor maneira de se levantar a capivara de uma garota novinha assim, digna representante da tão proclamada geração Y?

Já ouviram falar em google? He he he...

E o velho Chuck, que apesar de não ter o menor saco para brinquedinhos tecnológicos sabe fazer bom uso de seu velho notebook, segue usando e abusando das funcionalidades cibernéticas para ver um verdadeiro desfile de informações em sítios, blogs, fotologs, flickr, myspace, facebooks, twitters e outros espaços de bisbilhotice virtual, descobrindo que ela realmente tem algo de twisted por trás do olhar pidão e do sorriso sacanamente encantador (ou encantadoramente sacana), e logo começam as surpresas, quase-surpresas e lugares-comuns; vejamos:

...huum, numa das redes destilando amores por bandas afetadinhas mas passáveis como Cure, Placebo e Wolfsheim...

...vejam só como carrega seu blog, fotolog ou sei-lá-ô-que-log com fotos de fantasias góticas-de-esquina, bárbaros e elfinhas em poses românticas...

...em outro orkut da vida, comentando de forma tão tipicamente romantiquinha mela-cueca series de televisão e filmes cheios de cavaleiros e princesas – como num filme com tantos milhões gastos em efeitos especiais nessa bobagem de monstros, orcs, mostrengos em geral, sei lá, a menina foi reparar nessa historinha de amor-ai-que-linda-a-paixão-deles!!...blargh...

...e segue tecendo comentários constantes em comunidades do tipo adoro-homens-mais-velhos (traduzindo, tenho-problemas-com-figuras-paternas!!)...

... ops, será que capto nas entrelinhas uma clara tendência “mais-que-garota-levadinha”, com um gosto por formas light de bondage e um toque de sadomasô – quem inventou essas tais comunidades em redes sociais realmente merece um premio de canalha-honorário!!...

...é impressionante como fica claro o perfil dos lugares frequentados pela moçoila, quais são suas bebidas favoritas, que parece consumir em quantidades épicas...

...confirmando o gosto peculiar dela por cigarretes Gitanes e perfumes masculinos...que interessantes essas amigas de balada dela...selinhos? Ah, selinhos!!

E ao final de meia dúzia de cliques bem direcionados reuni informações para tecer comentários tão sutis quanto certeiros na hora do café ou dos cigarros fumados na porta do prédio, já sabendo como será o passo-a-passo dessa aventura, como um enxadrista estabelecendo uma sequencia antecipada de dez ou doze lances rumo à vitória.

Até que um dia, na primeira oportunidade, surgida após uma reunião, bastou levantar um dos assuntos favoritos da moçoila, para que ela, quase como se fosse uma atriz de teatro pegando sua deixa durante uma peça, se desmanchasse mais ainda em sorrisos, e desaguasse numa inundação de informações, comentários, risinhos e pequenos toques “ao acaso”, perguntando onde vou de final de semana, onde gosto de beber, já engatando como quem não quer nada uma sugestão de “apareça-lá-no-niver-de-uma-amiga-minha” para o final de semana, e etc, etc, etc...”nossa, Chuck, que legal achar alguém que conhece as coisas que eu gosto, precisamos nos conhecer melhor”...bastou deixar as coisas seguirem seu fluxo natural.

Quem disse que velhos cães não aprendem truques novos?! He he he

sábado, 29 de outubro de 2011

Parabéns, pequena Debbie...

Tempos atrás estive meio que enrolado com uma dona, vamos chama-la de Debbie - novidade, Chuck, novidade, você e seus rolos!!

Mas essa garota deu um pouco mais de trabalho do que a média, a vi num boteco que costumava ir, dançando a noite toda como se nada mais importasse além da pista de dança, e resolvi que iria conhece-la, no sentido bíblico, of course!!!

Usei de tudo para me aproximar dela, amigos em comum, internet, elogios casuais, abordagens diretas e indiretas, até que consegui vencer uma serie de barreiras e ficar com ela - quais barreiras? Ora, as de sempre, amigas dela, amigas minhas (alias aqui caberia um outro post, mas fica pra outro dia), desencontros, alguns fantasmas que assombravam a vida dela, e por ai vai...

E como sempre, depois de alcançado o objetivo, as coisas ao longo do tempo perderam um pouco o sabor, se é que me entendem...e executei meu já tradicional afastamento, sumi do facebook, do msn, mudei de boteco, desapareci aos poucos até que os telefonemas, e-mails e sms's minguaram até cessarem. Mas não se enganem, guardo um carinho especial por ela, é uma tremenda batalhadora, mais uma vitima nesses descaminhos da noite paulistana (ou no caso dela, noite abcdiana). Uma das coisas mais paradoxalmente belas nela é o sorriso, que parece tentar esconder toda a tristeza contida em seus olhos. Tá bom, também é dona de um par de coxas que benzaDeus!!

Até que ontem resolvi voltar ao boteco onde nos conhecemos, sabendo que a rotatividade de públicos desses lugares tornaria praticamente impossível esbarrar com alguém que frequentava o lugar dois anos atrás; daí que estava por lá, numa das mesas do segundo andar, bebericando sem grandes expectativas, quando uma das "grandes amigas" da Debbie apareceu do nada, sentando ao meu lado no balcão do bar; depois de todos os beijinhos e abraços, e comentários de oh-nossa-como-você-sumiu protocolares ficamos por ali, bebericando.

Bom, resumindo, essa amiga da Debbie sempre foi meio fura-olhos, do tipo que se jogava pra cima de mim quando eu estava saindo com a suposta grande amiga dela...e ontem estavamos ambos sozinhos, e por fim acabamos a noite num dos hotéizinhos fuleiros do centro de São Paulo, enfim - poxa, não podia jogar fora uma trepada, mesmo com uma vaca como essa!!

Sabem daquelas conversar pós-trepada? Vocês sabem, ambos satisfeitos, cigarros fumados, relaxando pra começar a segunda rodada, jogando conversa fora...eu sabia que se perguntasse algo sobre a Debbie acabaria encerrando mais cedo a noitada, e ainda pretendia aproveitar mais um pouco a hora paga do hotel, por isso fiquei quietinho.

Mas era inevitável que ao acordar hoje ficasse pensando em como estaria a pequena Debbie, quem sabe não seria hora de marcar um flashback de leve com ela...he he he...entrei então no facebook e procurei pelos contatos em comum, foi uma busca bem rápida até achar a pagina dela - e descobrir que ela esta grávida de cinco meses!! Não achei sinal de namorado/marido na parada, então acho que ela deve ter partido para mais uma produção independente (ela já tem um filho, de uns 16 anos eu acho); admito que foi estranho, bem estranho, não que já não tenha acontecido de saber que uma de minhas musas questionáveis tinha casado, tido filhos e etc..., mas assumo que foi estranho demais ve-la com aquele barrigão, alias sorrindo por cima do barrigão, mas com aquela mesma tristeza melancólica no olhar.

Só me resta torcer pra felicidade dela, sei que é uma garota bacana, que já sofreu demais por essa vida, e que merece um pouco de felicidade.

Ah, claro que deixei escapar, ao ve-la grávida, um suspiro de alivio por ter evitado que ela resolvesse botar no mundo um mini-Chuck - sinceramente, não quero dar continuidade a essa minha genética, já tem canalhas demais por esse mundo afora...he he he...