quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Papos inúteis da salinha de café

Sexta passada, na salinha do café da Corretora. As Candinhas de sempre fofocando sobre a vida alheia. Sejamos honestos, eu me divirto com essas fofoqueiras de merda, sempre tão cheias de suas virtudes de pastoreio e tão apodrecidas no fundo de seus corações maldosos.
Dai peguei um café e ouvi elas comentando que o marido de num-sei-quem estava traindo a mulher virtualmente, pela internet. Dai começou a discussão inutil sobre o que seria considerado traição.
Beijar sem sexo é trair?
Trepar sem amor é trair?
Se apaixonar torna a traição pior ou alivia a coisa toda?
Ou trepar sem se apaixonar não tem problema?
Fiquei quase uns dez minutos enrolando no café e fingindo checar mensagens no celular, e as Candinhas discorrendo com ares de doutoras em filosofia da vida alheia. Quanto mais elas falavam, mais me davam certeza da grande verdade de suas vidas mediocres e pequenas - tudo é válido quando o fogo no rabo é delas, e tudo pode ser feito desde que a sacrossanta instituição familiar seja mantida acima de tudo!
Bando de hipócritas!

domingo, 25 de setembro de 2016

As redes sociais - ou, como descobrir mais do que queria

Não pensem, meus amigos bebedores, que caio matando em toda mulher que chama minha atenção. Na verdade, de acordo com informações recentes, sou conhecido por ser um canalha de longos olhares antes da aproximação final.
Essa é uma historia de uma dessas mulheres, uma quase musa questionável, alguém com quem troquei olhares longos na hora do almoço durante muito tempo, até que um dia ela sumiu, não sei se trocou de trampo ou se só não coincidiu mais de irmos almoçar em horários compatíveis.
Sempre achei ela uma delicia, interessante, e etc..., mas nunca soube muito mais sobre ela - o que gosta, que tipo de balada vai, estado civil, etc...Para facilitar, vamos chama-la de Advogata, apenas - sim, meus amigos, mais uma causidica no meu caminho!
Até que hoje cedo, enquanto navegava por paginas aleatórias de uma famosa rede social ao lado de uma, aham, amiga, dei de cara com o perfil da Advogata...discretamente, anotei o nome dela e procurei a pouco por maiores detalhes.
Esse negocio de rede social é um puta perigo. Com meia duzia de cliques, descobri muita coisa interessante sobre ela, inclusive algumas coisas que apenas fizeram aumentar ainda mais a impressão de que ela poderia ter sido uma belíssima candidata a musa questionável fixa da temporada.
Mas, e sempre tem um mas nessa merda de mundo, também vi as tradicionais fotos de casalzinho, o que leva a uma brochada gigante ao ver o tipo de bundinha com quem uma mulher daquelas anda.
Ô vida cruel...he he he...

sábado, 24 de setembro de 2016

Como escapar, ao menos temporariamente, do inferno

No meio de um dia de merda, quando sua vontade é arrebentar a cabeça de meia duzia de imbecis só mesmo uma inesperada ligação pode salvar seu dia!

domingo, 28 de agosto de 2016

Que bonitinha!!

Chuck, por que você está me tratando como se eu fosse uma boneca de porcelana, que você deixa em cima da cômoda pegando pó!

sábado, 30 de julho de 2016

Como ganhar o coração de um canalha (ou quase isso)

- Oi!
- Oi.
- Minha amiga gostou de você...
- E se eu te disser que me deu vontade de beijar a sua boca?
- Huum, acho que vai ter que ser um beijo a três!

sábado, 16 de julho de 2016

Critérios elasticos para escolha das nossas musas questionáveis

Consenso da semana: cada canalha tem seus critérios para flexibilizar suas escolhas de musas questionáveis. Nem queiram saber, meus amigos...he he he...

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Mais uma maluca para o curriculum

Já sai com todo tipo de maluca, certo?
Errado!

Tipo gostosona, coxas roliças, seios fartos, cabelão, um olhar melancolico (devia ter entrevisto um brilho de loucura?), e vestindo num estilo meio romantico-gotica-medieval, seus quarenta e tantos anos. Não fuma, mas bebe vinho como se fosse agua.

Depois de umas garrafas a mais, diz que mora perto do boteco sujo da temporada, e nos despencamos para lá. Beijos e amassos e felattios e vamos aos trancos e barrancos pro quarto dela. Alias um quarto meio bagunçado, cama dessarumada, cobertores e travesseiros jogados, um desses armarios de duas portas encostado na cama.

Depois de mais uma bela meia-hora de pegas, ela resolve se recompor, tomar uma ducha e fumar um cigarro. Fico na cama, depois trocamos, vou pro banho e ela se espalha na cama.

Quando saio do banheiro, levo um dos maiores sustos da minha vida! A maluca tinha aberto o armario de duas portas, e tinha tirado lá de dentro um desses manequins de loja realistas, com feições e tudo o mais, apenas tronco, cabeça e  braços, e colocado o maldito como se sentado na cabeceira da cama, e estava meio que se debruçando sobre ele, abraçando-o. Depois deitou o bonecão, e começou a cavalgar o tronco dele.

Bem que ela tentou me chamar de volta pra cama, mas cai fora daquela loucura.

Podem me chamar de canalha, mas até eu tenho meus limites!