sábado, 4 de fevereiro de 2017

Ego

As vezes é bom voltar pra casa pensando na tentação, no olhar que fala mais que a boca (e que boca!), no desejo expresso em gestos e olhares mais do que em simples palavras, após ter bebido mais do que o planejado já que a bela dama parecia disposta a tentar me embebedar.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Papos inúteis da salinha de café

Sexta passada, na salinha do café da Corretora. As Candinhas de sempre fofocando sobre a vida alheia. Sejamos honestos, eu me divirto com essas fofoqueiras de merda, sempre tão cheias de suas virtudes de pastoreio e tão apodrecidas no fundo de seus corações maldosos.
Dai peguei um café e ouvi elas comentando que o marido de num-sei-quem estava traindo a mulher virtualmente, pela internet. Dai começou a discussão inutil sobre o que seria considerado traição.
Beijar sem sexo é trair?
Trepar sem amor é trair?
Se apaixonar torna a traição pior ou alivia a coisa toda?
Ou trepar sem se apaixonar não tem problema?
Fiquei quase uns dez minutos enrolando no café e fingindo checar mensagens no celular, e as Candinhas discorrendo com ares de doutoras em filosofia da vida alheia. Quanto mais elas falavam, mais me davam certeza da grande verdade de suas vidas mediocres e pequenas - tudo é válido quando o fogo no rabo é delas, e tudo pode ser feito desde que a sacrossanta instituição familiar seja mantida acima de tudo!
Bando de hipócritas!

domingo, 25 de setembro de 2016

As redes sociais - ou, como descobrir mais do que queria

Não pensem, meus amigos bebedores, que caio matando em toda mulher que chama minha atenção. Na verdade, de acordo com informações recentes, sou conhecido por ser um canalha de longos olhares antes da aproximação final.
Essa é uma historia de uma dessas mulheres, uma quase musa questionável, alguém com quem troquei olhares longos na hora do almoço durante muito tempo, até que um dia ela sumiu, não sei se trocou de trampo ou se só não coincidiu mais de irmos almoçar em horários compatíveis.
Sempre achei ela uma delicia, interessante, e etc..., mas nunca soube muito mais sobre ela - o que gosta, que tipo de balada vai, estado civil, etc...Para facilitar, vamos chama-la de Advogata, apenas - sim, meus amigos, mais uma causidica no meu caminho!
Até que hoje cedo, enquanto navegava por paginas aleatórias de uma famosa rede social ao lado de uma, aham, amiga, dei de cara com o perfil da Advogata...discretamente, anotei o nome dela e procurei a pouco por maiores detalhes.
Esse negocio de rede social é um puta perigo. Com meia duzia de cliques, descobri muita coisa interessante sobre ela, inclusive algumas coisas que apenas fizeram aumentar ainda mais a impressão de que ela poderia ter sido uma belíssima candidata a musa questionável fixa da temporada.
Mas, e sempre tem um mas nessa merda de mundo, também vi as tradicionais fotos de casalzinho, o que leva a uma brochada gigante ao ver o tipo de bundinha com quem uma mulher daquelas anda.
Ô vida cruel...he he he...

sábado, 24 de setembro de 2016

Como escapar, ao menos temporariamente, do inferno

No meio de um dia de merda, quando sua vontade é arrebentar a cabeça de meia duzia de imbecis só mesmo uma inesperada ligação pode salvar seu dia!

domingo, 28 de agosto de 2016

Que bonitinha!!

Chuck, por que você está me tratando como se eu fosse uma boneca de porcelana, que você deixa em cima da cômoda pegando pó!

sábado, 30 de julho de 2016

Como ganhar o coração de um canalha (ou quase isso)

- Oi!
- Oi.
- Minha amiga gostou de você...
- E se eu te disser que me deu vontade de beijar a sua boca?
- Huum, acho que vai ter que ser um beijo a três!

sábado, 16 de julho de 2016

Critérios elasticos para escolha das nossas musas questionáveis

Consenso da semana: cada canalha tem seus critérios para flexibilizar suas escolhas de musas questionáveis. Nem queiram saber, meus amigos...he he he...

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Mais uma maluca para o curriculum

Já sai com todo tipo de maluca, certo?
Errado!

Tipo gostosona, coxas roliças, seios fartos, cabelão, um olhar melancolico (devia ter entrevisto um brilho de loucura?), e vestindo num estilo meio romantico-gotica-medieval, seus quarenta e tantos anos. Não fuma, mas bebe vinho como se fosse agua.

Depois de umas garrafas a mais, diz que mora perto do boteco sujo da temporada, e nos despencamos para lá. Beijos e amassos e felattios e vamos aos trancos e barrancos pro quarto dela. Alias um quarto meio bagunçado, cama dessarumada, cobertores e travesseiros jogados, um desses armarios de duas portas encostado na cama.

Depois de mais uma bela meia-hora de pegas, ela resolve se recompor, tomar uma ducha e fumar um cigarro. Fico na cama, depois trocamos, vou pro banho e ela se espalha na cama.

Quando saio do banheiro, levo um dos maiores sustos da minha vida! A maluca tinha aberto o armario de duas portas, e tinha tirado lá de dentro um desses manequins de loja realistas, com feições e tudo o mais, apenas tronco, cabeça e  braços, e colocado o maldito como se sentado na cabeceira da cama, e estava meio que se debruçando sobre ele, abraçando-o. Depois deitou o bonecão, e começou a cavalgar o tronco dele.

Bem que ela tentou me chamar de volta pra cama, mas cai fora daquela loucura.

Podem me chamar de canalha, mas até eu tenho meus limites!

sábado, 25 de junho de 2016

Cenas patéticas de uma manhã de sabado

Sai agora a pouco da casa da mais recente musa questionável, aquela mesma do bairro grã-fino. Levantei, tomamos café naquele mercado-padoca-gourmet sob o escrutínio das jovens senhoras da classe média metida a alta paulistana, e peguei meu rumo.

No caminho, tem um desses colégios de gente rica, onde o sujeito paga o equivalente a dois salários mínimos pela pré-escola, ou algo assim. Devia estar rolando algum evento especial, e a calçada e todas as ruas em volta estavam lotadas de carros e famílias apressadas. Nisso, passo por uma dona aos berros no celular:
- LUIS ALBERTO, CADE VC?... COMO ASSIM NÃO PAROU O CARRO AINDA? A HOMENAGEM A MARIA CAROLINA É AQUI A DOIS MINUTOS E VOCÊ NÃO PAROU O CARRO AINDA, SEU IMBECIL!NÃO ME INTERESSA SE NÃO TEM VAGA, QUER TRAZER ESSE CARRO AQUI QUE EU MESMA ESTACIONO?!?!?!

Segui em frente enquanto a madame continuava espinafrando o que imagino que seja seu marido no celular, na frente de um grupo de amigos visivelmente constrangidos. Se fiquei com pena do sujeito? Não, sinceramente não. Se um sujeito aceita ser tratado dessa forma em público, é por que o tratamento em casa e na vida em geral não deve ser muito diferente, e alguém que aceite ser tratado assim por quem quer que seja tem mais é que se foder mesmo, e muito!

sábado, 11 de junho de 2016

Aconteceu de novo, meu povo!

Não acho que vocês se lembrem, mas um tempo atrás comentei num post sobre a Minnie - uma musa questionável que tinha aparecido numa noitada, toda gostosa e caliente, mas que falava igual a referida ratinha da Disney (procurem por ai, belê?)
Pois então, aconteceu de novo! Não a mesma musa ou a mesma voz de desenho animado, mas algo bem parecido.
Estava ontem no meu boteco sujo favorito, ouvindo um som e bebericando meu whiskey. Aparece essa garota dos seus 20 e poucos anos, dançando, bebendo e esticando os olhos pro meu lado - definitivamente um caso de deslocamento da figura paterna. O som alto misturado as doses que eu já tinha bebido me deixam meio surdo, então fiquei observando a garota, olhares vão, olhares vem, e lá pelas tantas peguei meu copo e a segui até o fumódromo, onde rapidamente me prontifiquei a acender-lhe o cigarro (alias, algum tipo de cigarrilha, papel escuro e cheiro de cravo, bem estilosa essa musa questionável).
Ah, meus caros...ela não podia ter sido mais receptiva, e as coisas logo evoluíram de uma forma espantosamente rápida e intensa. Havia um detalhe, porém, que se eu estivesse uns dois goles mais sóbrio poderia ter me atrapalhado o ataque. O sotaque. Calma aí, calma aí, explico.
Essa pequena musa questionável era uma gaúchinha linda, universitária (mestranda ou doutoranda ou alguma dessas "andas" acadêmicas), radicada em Sampa a uns 6 ou 7 anos. Mas ela não tinha aquele sotaque ligeiramente cantado de algumas gauchas que eu particularmente acho sexy pracaraio (experimentem achar uma gaucha rouca e verão o que é ter uma ereção instantânea só de falar com ela ao celular, meus amigos). Ela tinha um daqueles sotaques carregados do interiorzão, que aos meus ouvidos paulistanos soa como sinônimo de tapadez, de gente tonta com cabeças de merda. No começo do nosso papo o sotaque era leve, talvez diluído pelos anos dela por aqui, mas a medida que a pequena musa bebia ela ia relaxando, ficando mais alegre e esfuziante, e logo estava falando como um personagem mal feito de novela rural. Sua voz subiu algumas oitavas e disparou a rir que nem uma retardada de qualquer coisa que eu falava, tagarelando sobre um zilhão de irrelevâncias. O jeito foi irmos bebendo mais e mais, e eu a beijava ainda mais para tentar calar aquela boca deliciosa. Alias, deliciosa e talentosa, digamos...he he he...

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Chaveco furado e não é que deu certo? da noite'

Você parece estar tão cheirosa... - diz o canalha já armando a cafungada no cangote da musa questionável!

sábado, 21 de maio de 2016

As 3 (les)marias

Trabalho num prédio meio antigo, deve ter sido construído no final dos anos 50, talvez inicio dos 60. Ou um pouco depois, sei lá. Só sei que é um desses prediões de antigamente, sólidos e de escadas apertadas.
Quando chega a hora do almoço ou o final do expediente, geralmente pego as escadas para descer, para evitar de ficar esperando os elevadores sempre lotados. Muita gente faz isso, andando todo mundo mais ou menos no mesmo ritmo...exceto as três (les)marias. São três donas que trabalham num dos escritórios dos andares superiores. Se fossem três velhotas, ainda vá lá, é natural que andem se arrastando pelas escadas. Pior que não, elas variam entre seus vinte e tantos e trinta e poucos anos, mas fazem questão de descerem as escadas a passo de tartaruga, fofocando e fuçando em seus malditos celulares. 
Vejam bem, não é que eu queira descer a escada desembestadamente, atropelando tudo...eu gosto de andar devagar, sem pressa, mas mesmo no meu passo mais lento eu acabo alcançados as (les)marias em poucos minutos quando dou o azar delas saírem antes de mim. Já fiquei muitas vezes engargalado atras delas, tendo que pedir licença. Até ao tudo bem, se elas não fizessem questão de fazer que não ouvem quando falamos com elas, e ficarem olhando com cara de quem chupou limao quando as pessoas passam por elas - eu já vi essas caras por que tem mais gente que fica presa nas escadas por contas delas.
Acho que é isso que mais me irrita, esse ar de superioridade, de quem caga mais cheiroso só por que anda mais devagar, ou por usarem rouptchas sociais de marcas. Ou então a falta de noção e civilidade, de respeito pelo tempo alheio.
Ando até pensando se não valeria a pena começar a fazer uns comentários escrotos quando estiver atrás delas, do tipo nossa-que-tchutchuca-bem-aqui-na-minha-frente ou então huuuum-que-blz-de-trio-comeria-as-três-qualquer-noite-dessas...
Pensando bem, será que a solução não é justamente comer uma ou duas delas, quem sabe aquela na casa dos seus vinte e poucos anos com cara de biscatinha que cresceu brincando de barbie e achando que era a princesinha do papai? Depois de uma bela trepada acho que ou elas começam a fugir de mim e consequentemente liberando a passagem, ou então vão ficar cheias de graças, e posso aproveitar para acelerar elas um pouco.
De qualquer jeito, acho que vou trocar a irritação pela diversão...he...he...he...



sábado, 14 de maio de 2016

Mais uma historia de balcão do boteco

Eu no balcão do boteco aqui do térreo, tomando meu café da manhã sossegado. Ja falei de algumas figuras ótimas, mas também tem cada mala que fodem o dia.
Acho que dentre as piores malas está uma dupla de crentes, dessas de cabelão descuidado e amarrado numa trança mal-feita, saião de pano tosco até os calcanhares e cara de quem não dão uma bela trepada a seculos! Até aí tudo bem, foda-se a religião que professem ou como se vestem. O que me incomoda nelas é que nunca, mas nunca mesmo, elas entraram no boteco sem estarem falando mal de alguém. Não presto muita atenção, posso ser canalha mas cuido só da minha vida, mas o tom delas é sempre pernicioso, e os pedaços de comentários que pesco no ar, escondido atras do meu jornal, são sempre falando mal de alguém, reparando nas vestes de (suponho) alguma colega de trabalho, ou falando do marido de fulana, ou de sicrana que onde-é-que-já-se-viu, ou no filho ou filha de alguém que é isso ou aquilo.
Porra, de que adianta esfregar a bunda nos bancos de uma igreja (ou templo ou terreiro ou seja onde for, entendam...), se tudo que fazem é cuidar da vida dos outros e ficar falando merda?

sábado, 7 de maio de 2016

Uma baixa na fauna noturna

Dentre tantas figuras estranhas da fauna  noturna botequeira (não boqueteira, cambada de tarados!) que esbarro nos botecos da vida, tivemos uma baixa recente. Uma figura não exatamente legal, até por estar do lado errado de algumas amizades, mas interessante.  Ok, confesso, uma morena bem gostosa, mas que jamais poderia ser uma candidata a musa questionável pelo simples fato de gostar das mesmas frutas que eu - ou seja, ela era lésbica.
Repararam no tempo verbal? Era, era lésbica. Porque segundo fontes que tem acesso a página dela nas redes sociais, após uma temporada mais forte do que o habitual de saudáveis loucuras sexuais, a morena resolveu se arrepender de seus deliciosos e bem chupados pecados e voltar ao seio (trocadalho involuntário, he he he...) sagrado da igreja de sua infância, tornando-se algo como uma nova crente, careta e hetero (?!?!) com direito a fotinhos u-hu em grupos de jovens, viagens de retiro e pregação, e todo o tipo de carolice imaginável.
Realmente um desperdício, porque a garota era (quase) divertida...por outro lado, quem sabe eu não consiga tirar uma lasquinha dessa fase hetero dela, talvez deva ligar para ela bancando o ex-pecador arrependido pra ver se ela topa ajoelhar para rezar um pouquinho comigo...he...he...he...


                                Image result for crente do rabo quente

Estranho num bairro estranho

Hoje acordei em outro bairro, na cama da mais recente musa questionável, num bairro burguesão, desses que parecem ter o ar até mais limpo, mais fino, talvez pela ausência de mendigos ou mesmo do que eles (os moradores do bairro) chamam de "gente diferenciada". Incrível como a renda per capita sobe na mudança de alguns quarteirões.
Ao acordar, com a cabeça zoada e a boca de ressaca, gosto de descer para meu boteco favorito (aquele do térreo do meu prédio) e tomar uma bela xícara de café forte acompanhado de um pão na chapa. Só isso, sem grandes frescuras, como patezinhos e croissants. Mas quando acordo em outros lençóis, tenho que me adaptar ao que estiver à disposição. E a Helo (vamos chama-la assim) logo se animou para irmos tomar café num mercado próximo da casa dela.
Claro que eu devia ter imaginado, assim como acredito que vocês já devem ter sacado, que não se tratava de um simples mercadinho de bairro, tão comuns pela cidade toda.Era um desses mercados grã-finos, cheios de frescuras gourmet. Mas só fui me ligar onde estava me metendo quando entrei no lugar, e dei de cara com frutas embaladas individualmente, saladas cortadas em bandeijinhas e principalmente, meia duzia de jovens donas de casa burguesas, todas com caras de tédio e cheias, mas cheiinhas de vontade de exibir suas bolsas e seus óculos escuros de marca, além de três ou quatros figurinhas hype, esses tipinhos mamãe-quero-ser-moderninho-com-a-mesada-do-papai.Claro que um tipo como eu, de paletó meio amassado e ainda cheirando ao alcool da noite anterior, atraiu alguns olhares de reprovação, embora a Helô pareça ter ficado orgulhosa de me exibir, como uma especie de trofeu a sua rebeldia - devo confessar que ela tem essas noias, o que só explica por que ela foi se enredar com um tipo como eu...he...he...he...
No fundo do lugar tinha uma especie de cafeteria, com mesinhas e outros fru-frus. Sentamos e pedimos nossos cafés, eu já sacando algumas madrecitas bem apetitosas, ela toda derramada em risos e trejeitos. Tomamos nossos cafés, paguei a (abusiva) conta, e me despedi dela, ainda na porta do mercado, arrastando a tradicional promessa de fodas futuras. 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Como diria Amelinha..

Praticamente todos os dias tomo meu café da manhã na padoca embotecada (ou boteco empadocado, podem escolher) que fica no térreo aqui do prédio. Geralmente pego o mesmo canto do balcão, onde posso folhear meu jornal tomando meu pingado.
Nas últimas semanas, tem aparecido uma pequena, algo em torno dos seus 19, talvez 20 aninhos, sempre passando apressada, nem entra na padoca. Mentira, fisicamente ela não entra na padoca, mas seu perfume entra. 
E meu amigos, se tem algo que me chama a atenção é mulher perfumada. Nem precisa ser bonitona, ou gostosaça, mas se for perfumada me derruba. E essa garota parece espalhar ao seu redor uma aura de perfume (e do bom!).
Claro que imagino que ela nem se liga em como estico meu nariz  a sua passagem, até por que ela anda com o próprio enfiado num maldito smartphone (ninguém é perfeito, certo?), mas cada vez que ela passa meu dia começa melhor.
Ou pelo menos, mais perfumado - e cheio de ideias questionáveis! he he he